Investe Aí

Investe Aí2021-07-13T15:06:05-03:00

Ibovespa despenca e dólar dispara após declarações de Guedes sobre teto de gastos

Por Valor Investe

O mercado continua sofrendo hoje com a indefinição fiscal, agravada ontem por uma fala de Guedes. Ele sinalizou que o governo estuda pedir uma licença para gastar R$ 30 bilhões ou mais fora do teto de gastos e, assim, garantir o Auxílio Brasil de R$ 400. Os investidores já reagiram às falas ontem mesmo, no mercado futuro.

Setor aéreo desaba após rumores sobre fim de viagens de negócios; Azul cai 10,4%

setor aéreo foi o que levou a maior baixa do Ibovespa (IBOV) nesta terça-feira (19). As ações da Azul (AZUL4) desabaram 10,36%, cotadas a R$ 30,80. Gol (GOLL4) derrapou 7,39%, a R$ 18,80. Segundo o analista de investimentos da Mirae Asset, Pedro Galdi, a baixa ocorreu após rumores de que as viagens de negócios não aconteceriam mesmo com o fim da pandemia. Para Galdi, esse modelo não seria retomado, pois ao invés de pagar passagem aérea e hospedagem para as reuniões, as empresas preferem realizá-las via aplicativos como Zoom e Google Meetings, o que é mais econômico e seguro. Ainda de acordo com o especialista, esse modelo atual de reuniões tende a impactar diretamente nas receitas das aéreas, algo que não agradou o mercado em um dia já turbulento. (Moneytimes).

Pague Menos: Empresa quer ser mais que farmácia, uma vendedora de saúde básica

Por Gustavo Ferreira
Para Valor Investe

A rede de farmácias Pague Menos tem no nome seu maior trunfo: a proposta de fisgar o cliente pelo menor preço do mercado. Mas esse é também seu maior risco, do ponto de vista dos acionistas. A variação de um mesmo medicamento no Brasil chega a 400%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. E é justamente cobrando o piso dessa variação, conforme a empresa sustenta em entrevista ao Valor Investe, que a companhia se propõe a maximizar lucros.

“A Pague Menos realmente faz jus a seu nome, convido todos a fazerem uma comparação de preços entre nossos produtos e de nossos concorrentes”, diz o diretor financeiro e de relações com investidores Luiz Renato Novais. “A gente leva muito a sério nosso nome como proposta de valor e vai continuar operando assim.”

Entregar uma boa rentabilizar a investidores praticado os menores preços não é uma conta trivial de ser fechada. Desafio que, de acordo com Novais, é superado vendendo produtos de marca própria — que vão desde remédios e vitaminas até cosméticos —, com os quais, diz o executivo, se consegue uma margem de lucro próxima de 50%. “Diferentemente de um medicamento de referência, por exemplo, que oferece uma margem entre 15% e 20%m ou de um produto de higiene de outras marcas, com margem de entre 20% e 25%”, explica.

Que empresa é esta?

foco principal da Pague Menos, uma companhia de 40 anos e mais mil lojas em todos os Estados do Brasil, são os brasileiros de mais baixa renda. Mas não fornecendo os produtos ao alcance das mãos na prateleiras. “Temos como proposta, além de oferecer à população bons preços, oferecer uma solução mais completa de saúde“, diz Novais.

“As atenções da Pague Menos estão voltadas hoje, especialmente, aos cerca de 70% dos brasileiros sem plano de saúde.”

Ou seja, aos brasileiros sem acesso a grandes hospitais e laboratórios, e com pouco dinheiro, mas suficiente para escapar das filas de atendimento público — um número crescente por força da crise, que, dramaticamente, exige maiores demandas por cuidados médicos num momento de alto desemprego e endividamento das famílias.

“Temos hoje 830 lojas com ambiente que chamamos de clínica farmacêutica. Nesse ambiente, oferecemos quase 50 serviços diferentes, desde telemedicina, exames laboratoriais mais simples, aferição de pressão e glicemia, agora testes de covid-19 e vacinas“, diz o RI.

Novais destaca o momento de digitalização pelo qual tem passado a empresa. Uma exigência, aliás, considerando os cuidados de isolamento forçados pela pandemia. E atribui a isso o crescimento de 20% do faturamento das companhia entre os segundos trimestre de 2020 e deste ano.

“No primeiro semestre deste ano estamos com o lucro líquido maior que de todo o ano passado inteiro“, diz. “E ainda temos várias alavancas de incremento de faturamento e melhora de margem [para ser acionadas], e, consequentemente, melhoria de Ebitda [lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização]”.

Dentre esses botões de propulsão a serem acionados, explica Novais, está justamente a estreia na bolsa feita pela empresa em agosto de 2020. Depois de serem captados pela empresa R$ 850 milhões, seus papéis passaram por alguns maus bocadas até engrenarem. Mas, desde a compra da Extrafarma, em maio, vão de vento em popa.

Da estreia em 4 de setembro de 2020 até 1º de abril, os papéis amargavam queda de 8%. De lá para cá, já são mais de 28% de alta acumulada. Que, caso os planos de expansão nas regiões Norte e Nordeste da companhia sejam bem-sucedidos, têm tudo para continuarem em ritmo exponencial de avanço.

Safra lança COE com ativos ligados a energia limpa e duração de 5 anos

Por Naiara Bertão
Para Valor Investe

O Banco Safra lançou um Certificado de Operações Estruturadas (COE) que investe em ativos ligados a energia limpa. O produto, chamado de COE Energia Limpa, é atrelado ao índice global de energia limpa iShares Global Clean Energy ETF, negociado no mercado americano com o código ICLN. Criado em 2008, o ETF é composto por cerca de 30 empresas globais que atuam em cadeias de energia solar, eólica, geotérmica, maremotriz, entre outras, e somam valor de mercado de mais de US$ 5 trilhões.

Quem quiser aplicar no COE, o mínimo é de R$ 1 mil e é preciso paciência, porque o vencimento é só daqui a 60 meses, ou seja, cinco anos.

Em termos de remuneração, o mínimo prometido é 100% do capital investido e não há um limite máximo, uma vez que a rentabilidade do COE é o investimento inicial acrescido da variação do ICLN no período apurado até a data do vencimento. A variação do índice não terá interferência da variação cambial. Em 2020, o ETF se valorizou 20%, mas em 2021 até agora, está perdendo 22,5%.

As taxas de estruturação cobradas pelo Safra estão embutidas e não são divulgadas separadamente. Parte da receita do produto (não foi divulgado o percentual) será doado pelo Safra à ONG Amigos do Bem, iniciativa que atua no sertão nordestino com projetos de educação, trabalho e renda, acesso à saúde, água e moradia. O objetivo do banco com o lançamento é atrair investidores atentos à tendência de sustentabilidade ambiental, em especial às emissões líquidas de carbono zero.

Diversificação – Na composição do fundo estão empresas de diferentes geografias e atuações também diversas. Entre as empresas americanas estão a Xcel, que atua na redução de carbono no país, e a Enphase, com sede na Califórnia que oferece soluções para produção e armazenamento de energia solar (ambas com ações na Nasdaq).

Na Europa, fazem parte do índice companhias listadas na Bolsa de Copenhague, na Dinamarca, como a Ørsted, grupo focado em energia eólica em alto-mar, e a Vestas, uma das maiores na fabricação, instalação e manutenção de turbinas eólicas no mundo, também compõem o índice. A Enel, que opera em 30 países com diversas fontes, como eólica, solar, hidrelétrica e geotérmica, é listada na Bolsa de Milão, na Itália, enquanto a Iberdrola, de energia eólica, é negociada na bolsa de Madri, na Espanha.

Ações do Facebook caem mais de 5%, em dia com problemas no sistema e investigações

Por O Globo – Rio

As ações do Facebook, negociadas na Bolsa de Nasdaq, tinham queda de 5,35%, negociadas a US$ 324,66, por volta de 14h15, no horário de Brasília. Os papéis da empresa caíram para seu nível mais baixo desde junho nesta segunda-feira, marcada por denúncias contra a empresa e a queda nos seus serviços.

O Facebook confirmou que usuários estão tendo dificuldades para acessar seus aplicativos, incluindo WhatsApp e Instagram, no início da tarde desta segunda-feira. Em nota, a empresa disse “estar trabalhando para que tudo volte ao normal o quanto antes”.

“Estamos cientes de que as pessoas estão tendo dificuldade para acessar nossos aplicativos e produtos. Estamos trabalhando para que tudo volte ao normal o quanto antes”, disse o Facebook em comunicado.

Porto de Sergipe exportará 100 mil toneladas em minérios até 2023

Por Sergipe Notícias

O Terminal Marítimo Inácio Barbosa (TMIB), localizado no município de Barra dos Coqueiros, deverá exportar 100 mil toneladas em concentrado de cobre até abril de 2023. As operações são decorrentes da renovação da parceria entre a VLI, empresa de logística administradora do terminal, e a companhia Mineração Caraíba. Com o novo contrato, o porto sergipano estabelece sua posição como exportador de insumos minerais, contando, além do cobre, produtos como minério de ferro e manganês em sua cartela de movimentações.

De acordo com o gerente comercial da VLI para o TMIB, Ítalo Santos Leão, o acordo firmado com a mineradora traz expectativas positivas para o comércio exterior sergipano. “A parceria comercial é muito importante para a VLI como um player logístico focado em suportar o setor de mineração”, afirma.

Além de insumos minerais, o Terminal Marítimo Inácio Barbosa vem servindo de porta de saída também para o agronegócio, com o escoamento de grãos e derivados. Entre junho e agosto de 2021, foram embarcadas via TMIB 90 mil toneladas de farelo de soja e 60 mil toneladas de milho para o mercado externo. Este movimento atende a uma demanda crescente dos produtores do setor, sobretudo nas regiões Nordeste e Centro-Oeste do Brasil.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, José Augusto Carvalho, as movimentações previstas até 2023 sinalizam boas expectativas para Sergipe. “É uma notícia que indica o potencial de projeção da economia sergipana para os próximos anos. Nesse sentido, o diálogo do Governo de Sergipe com a VLI é constante, no intuito de fazer de nosso estado um grande exportador por meio do TMIB”, pontua.

O porto de Sergipe também vem sendo uma relevante porta de entrada para importações. Entre os produtos atualmente recebidos do mercado externo, destacam-se os fertilizantes, trigo e coque. Tais insumos abastecem importantes atividades no estado, como a cadeia produtora do agronegócio e as indústrias alimentícia e cimenteira.

Startups veganas ampliam produção e querem competir com frigoríficos

Por Filipe Oliveira
Para Folha de S. Paulo

As startups brasileiras que buscam replicar alimentos de origem animal a partir de plantas vêm chamando a atenção de investidores e expandindo suas operações no país e no exterior. Essas empresas prometem investir em pesquisa para criar produtos com aparência e sabor próximos aos de carnes, leite e derivados. Com isso, buscam atrair, além de veganos e vegetarianos, pessoas que buscam reduzir o consumo de proteína de origem animal procurando hábitos mais sustentáveis e saudáveis, diz Heloisa Guarita, sócia da consultoria RG Nutri e investidora neste mercado.

“Será preciso mudar toda a forma de alimentar a população e plantar mais até 2050 para conseguir alimentar o mundo em meio às mudanças climáticas“, afirma. O investimento mais recente do setor, cujo valor não foi divulgado, foi captado pela empresa NoMoo, que produz itens como queijo, requeijão e creme de leite a partir de castanhas de caju.A companhia chamou a atenção do fundo americano Lever VC, especializado em substitutos para a carne animal, que apostou nas gigantes do mercado internacional Beyond Meat e Impossible Foods. A rodada foi liderada pela gestora DXA Invest e teve participação do técnico de vôlei Bernardinho.

Fernando Bardusco é sócio da Beleaf, empresa que entrega refeições congeladas veganas – Gabriel Cabral/Folhapress

Com os recursos, a empresa deve partir de uma fábrica de 240 metros quadrados para uma de 1.600 metros quadrados. Com isso, a produção potencial passa de 7,5 toneladas para 100 toneladas por mês, diz Marcelo Doin, sócio da startup, que, depois de deixar a advocacia, fez cursos de gastronomia em Nova York até chegar a técnica que, segundo ele, permite a quebra das moléculas da castanha para que possam ser digeridas por bactérias similares às que participam da produção do queijo animal. A empresa já exporta para Portugal e, com os novos investidores, se prepara para levar produtos aos Estados Unidos, começando por Miami.

Outra empresa de destaque no mercado, a Fazenda Futuro, que tem linhas que simulam carnes bovina, suína, de frango e peixes a partir de vegetais, deve ter a maior parte de seu faturamento oriundo de exportações a partir do ano que vem, segundo seu sócio Marcos Leta. A companhia envia seus produtos a cerca de 25 mercados. Desde a fundação da empresa, em 2019, o plano já era aproveitar vantagens competitivas do Brasil na agricultura para enviar produtos congelados para o mercado internacional. “Nos Estados Unidos, onde estamos chegando, nossas concorrentes têm um custo maior para produzir lá”, afirma.

Segundo Leta, 95% dos consumidores dos produtos da Fazenda Futuro não são vegetarianos. “Não montamos a Fazenda Futuro para competir com as indústrias veganas. Criamos para competir com frigoríficos.” Em 2020, a startup captou R$ 115 milhões em investimento liderado pelo BTG. Antes, já havia recebido aporte da Monashees, um dos fundos mais tradicionais do mercado de tecnologia brasileiro.

Além de vender suas carnes vegetais em supermercados, a The New (antiga The New Butchers) entrou no mercado de entrega de refeições neste mês, com pratos a partir de R$ 20. Uma queixa frequente do setor plant based é que, pelas empresas ainda terem uma escala de produção pequena e não receberem os mesmos benefícios fiscais que a carne animal, seus produtos por vezes perdem competitividade. Por outro lado, Bruno Fonseca, sócio da The New, diz acreditar que, no futuro, a situação deve se inverter. “A produção de carne de planta é mais simples e rápida, então a tendência é que, conforme o setor cresça, nosso preço fique consideravelmente abaixo do preço da proteína animal.”

A companhia também leva aos supermercados neste mês uma versão reformulada de seus produtos. Um dos principais objetivos com a nova receita, que é baseada em lentilha, ervilha e arroz, é reduzir a quantidade de sódio e gordura saturada nos produtos, diz Fonseca. “Temos cientistas de alimentos que passam o dia buscando novas fórmulas. Como é uma técnica nova, damos esses saltos impactantes com mais frequência do que a indústria tradicional”, diz.

A companhia também recebeu investimento do Lever VC, em maio. A parceria facilita a internacionalização da marca, que está nos planos da empresa, mas apenas após ampliar sua participação no mercado brasileiro, diz o empresário. Na chilena NotCo, a inteligência artificial que é usada para sugerir combinações de ingredientes para chegar a um resultado próximo aos alimentos que busca emular ganhou o nome de Giuseppe. A companhia oferece itens como hambúrguer, leite, maionese e sorvete. A startup captou US$ 235 milhões em julho. Os recursos servirão para a ampliação do negócio no Brasil e nos Estados Unidos.

Outra startup do segmento, a Beleaf, se especializou em entregar refeições congeladas feitas com ingredientes plant based. Fernando Bardusco, sócio da empresa, diz que busca tornar a alimentação sem carne fácil e acessível para quem está disposto a reduzir o consumo de proteína animal. “Nossa ideia é que você ligue o microondas e, sujando só o talher, tenha uma refeição completa”, afirma. O empresário afirma que a pandemia acelerou os negócios da startup. Os consumidores ficaram mais preocupados com sua alimentação no período em que estiveram mais em casa, afirma. Em junho, a startup captou R$ 12 milhões para expandir seus negócios. A companhia aposta agora em levar seus produtos para mais mercados. Seus centros de distribuição para refeições estão em cidades como São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte.

Com Selic em 6,25% e novas perspectivas de alta, quais as melhores alternativas para investir hoje?

Por Bruna Furlani
Para Infomoney

SÃO PAULO – Com a inflação persistente e mais espalhada por bens e serviços, crise hídrica ganhando contornos mais preocupantes e receios de que reformas de grande peso fiscal sejam postergadas, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve o plano de voo na reunião desta quarta-feira (22).

Atendendo às expectativas da mediana do mercado, a autoridade monetária elevou os juros em um ponto percentual, de 5,25% para 6,25% ao ano. Esse foi o quinto aumento consecutivo e o segundo de 1 ponto.

No comunicado, os dirigentes afirmaram que “essa decisão reflete seu cenário básico e um balanço de riscos de variância maior do que a usual para a inflação prospectiva e é compatível com a convergência da inflação para as metas no horizonte relevante, que inclui o ano-calendário de 2022 e, em grau menor, o de 2023”.

Para o Comitê, neste momento, o cenário básico e o balanço de riscos do Copom indicam “ser apropriado que o ciclo de aperto monetário avance no território contracionista”.

“O Copom considera que, no atual estágio do ciclo de elevação de juros, esse ritmo de ajuste é o mais adequado para garantir a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante e, simultaneamente, permitir que o Comitê obtenha mais informações sobre o estado da economia e o grau de persistência dos choques”, destacaram os dirigentes.

Já para a próxima reunião, o Comitê disse que prevê outro ajuste de mesma magnitude para a taxa básica de juros.

Na visão do mercado, no entanto, o afastamento cada vez maior da inflação em relação ao centro da meta deste ano e de 2022 vai exigir um esforço maior por parte do Banco Central em acelerar o ritmo de alta da básica de juros, a Selic.

Conforme mostrou o último relatório Focus divulgado nesta segunda-feira (20), os economistas consultados pelo Banco Central agora estimam uma taxa de juros de 8,25% ao fim deste ano, acima dos 8,00% esperados anteriormente. Para 2022, as expectativas também tiveram uma piora, de 8,00% para 8,50% ao ano.

Ações do Méliuz sobem forte após 3 dias de queda, Via avança com dados de marketplace; Vale e Petrobras têm leves ganhos

Após uma sessão bastante conturbada, o pregão desta terça-feira (21), num primeiro momento, é mais tranquilo para a Bolsa brasileira, ainda que o Ibovespa não registre muita força, com a Vale (VALE3) operando com leve alta nesta terça-feira (21), enquanto a Petrobras (PETR3;PETR4) passou de leve baixa para leves ganhos. Os futuros do minério de ferro deram um respiro depois das perdas na segunda-feira, embora se mantenham abaixo de US$ 100 a tonelada com as restrições à produção de aço da China e preocupação com o mercado imobiliário no país. Em Singapura, eles eram negociados com alta de 0,6%, cotados a US$ 94,15 a tonelada. Os preços caíram mais de 11% na segunda-feira com as medidas da maior produtora de aço do mundo para cumprir a meta de reduzir os volumes este ano e melhorar a qualidade do ar. Os preços acumulam baixa de cerca de 60% desde a máxima em maio, afetando ações de mineradoras. (InfoMoney)

Ibovespa futuro sobe após tombo de ontem, seguindo a recuperação global

Após o tombo global na esteira dos riscos financeiros impostos pelas dificuldades da Evergrande, na China, as bolsas mundiais amanhecem em tom ameno e devolvem uma parcela importante das fortes perdas da véspera. “Finalmente, as coisas parecem ter se estabilizado durante a noite”, diz a equipe do Rabobank. (Valor Investe)

Plataforma de criptomoedas torna-se parceira oficial do PSG de Messi e Neymar

Por CriptoFácil

O Paris Saint-Germain (PSG), um dos maiores clubes da Europa, anunciou uma parceria de “vários anos” com a empresa de criptomoedas Crypto.com. Agora, a plataforma se tornará a parceira oficial do clube de Messe e Neymar para o lançamento de NFTs exclusivos e outras iniciativas.

Além disso, pela primeira vez para um acordo dessa escala, a Crypto.com pagará uma parte significativa da taxa de patrocínio usando CRO.

Trata-se do token nativo da plataforma que já valorizou mais de 200% em 2021. No momento da escrita, o criptoativo está sendo negociado a US$ 0,18.

Crypto.com e PSG vão lançar NFTs exclusivos

De acordo com um comunicado divulgado pelo clube parisiense, o time montado pelo PSG para esta temporada fez com que o apelo internacional atingisse novos níveis. Nesse sentido, a parceria com a Crypto.com foi um passo natural.

Conforme destacou o PSG, a plataforma possui mais de 10 milhões de usuários em todo o mundo. Ademais, é um dos dez aplicativos de finanças mais baixados na App Store e no Google Play (NASDAQ:GOOGL) (SA:GOGL35).

Seu cartão cripto, de bandeira Visa, está entre os mais populares do mundo, disponível em mais de 30 países, incluindo o Brasil.

Sobre o novo patrocínio, o diretor de parceria do PSG, Marc Armstrong, comentou:

“Estamos muito contentes em dar as boas-vindas à Crypto.com na família de parceiros do Paris Saint-Germain. Compartilhamos a mesma paixão pela inovação e a mesma ambição de chegar ao topo. Com esta parceria, o PSG demonstra mais uma vez a sua visão e liderança como pioneira em áreas como lifestyle, e-sports e digital. É um momento emocionante para as criptomoedas. Mal podemos esperar para trabalhar com a Crypto.com para trazer novas experiências para todos os fãs do clube.”

Já o CEO da Crypto.com Kris Marszalek destacou que a missão da empresa é acelerar a transição do mundo para as criptomoedas. E o PSG é “incomparável” nesse sentido:

“Não tenho dúvidas de que criaremos experiências novas e emocionantes para os fãs de futebol em todo o mundo.”

Crypto.com e esportes

A plataforma Crypto.com está em rápida expansão principalmente no mundo esportivo. Recentemente, a empresa se tornou a primeira plataforma cripto a se associar a uma equipe da Fórmula 1.

Além disso, como noticiado pelo CriptoFácil, lançou um prêmio inédito de ultrapassagens em parceria com a Fórmula 1.

Ainda no meio esportivo, fechou uma parceria de US$ 175 milhões com o UFC, maior franquia de MMA do mundo. Segundo o UFC, este é o maior patrocínio de sua história.

Guide adiciona Small Cap com modelo de valor diferenciado

Por Acionista.com

Confira a análise da Guide Investimentos sobre empresa adicionada em sua carteira mensal de Small Caps. Dessa forma, a corretora recomenda companhia com forte crescimento e internacionalização, com tendência de melhora operacional, além de possuir um modelo diferenciado de valor.

Guide adiciona Smart Fit (SMFT3)

A Smart Fit é uma rede de academias fundada no Brasil com um modelo de negócios baseado no High Value Low Price, sendo líder de mercado nacional atualmente.

A companhia saltou de 55 academias em 2011 para mais de 928 no 1T21, com um CAGR de aberturas de 36% neste período, e hoje possui presença também no México, Chile, Colômbia e Peru.

A rede possui presença cinco vezes superior aos seus concorrentes na América Latina, sendo uma importante vantagem competitiva para o negócio.

Melhora operacional e grande abertura de lojas

No segundo trimestre, a empresa reportou seu primeiro resultado pós-IPO, com importante recuperação ante o 2T20, apesar das restrições impostas pela segunda onda da Covid-19, mas ainda com EBITDA em patamar negativo. A rede abriu 53 novas unidades abertas, sendo o segundo maior número de aberturas em um trimestre na história da companhia.

Dessa maneira, a Guide vê a empresa bem posicionada para enfrentar os próximos trimestres, com tendência de melhora operacional, em virtude da campanha de imunização nacional contra a Covid-19, que se acelerou nos últimos meses e que tem aliviado as restrições impostas.

FTCE11B, CXCE11B, GCFF11: Confira as últimas novidades do setor, Ifix sobe

Por Ana Julia Mezzadri
Para Investing.com

Entre a tarde de terça-feira e a desta quarta-feira (25), foram divulgados fatos relevantes dos fundos de investimento imobiliário (FII) Opportunity (FTCE11B), Caixa Cedae (CXCE11B) e Galápagos Fundo de Fundos (GCFF11).

Índice Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) fechou o dia em alta de 0,01%, a 2.720,95.

FII Opportunity

A BRL Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, administradora do fundo Opportunity, informa a aprovação da realização da oferta pública de distribuição primária de cotas da 14ª emissão do fundo. Serão emitidas 187.532 novas cotas.

FII Caixa Cedae

A administradora do fundo Caixa Cedae, a Caixa Econômica Federal, comunica que, após negociações, os principais termos e condições finais propostos pela Cedae, locatária do imóvel de propriedade do fundo, foram: vigência de 120 meses, valor mensal de R$ 690 mil e reajuste anual pelo IPCA. Haverá impacto nas distribuições de rendimentos aos cotistas.

FII Galápagos Fundo de Fundos

Em relação ao fundo Galápagos Fundo de Fundos, a administradora BTG Pactual Serviços Financeiros DTVM e a gestora Galápagos Capital Investimentos e Participações comunicam que a gestora decidiu renunciar, pelo período de 24 meses, da sua parcela da taxa de administração.

Ir ao Topo