
A Engemat passou recentemente pela etapa final de credenciamento para participar de um consórcio responsável por parte das obras da Linha 6 do metrô de São Paulo, consolidando a estratégia de expansão nacional da empresa, que já figura em grandes projetos pelo país. O processo, conduzido pela multinacional Acciona, contou com uma rigorosa auditoria técnica e de sustentabilidade realizada pela Bureau Veritas, renomada empresa de certificação internacional.
Segundo Fernando Theodomiro, assessor do Núcleo de Qualidade, Segurança e Saúde do Trabalho da Engemat, a empresa vêm há anos atuando em diversos projetos diferentes dentro da construção civil, fato que credenciou a Engemat a participar de grandes obras. “A nossa diversificação de projetos levou a empresa a participar de certames públicos e privados nos mais diferentes estados do País, entre eles a cidade de São Paulo, onde já atuamos no escopo de uma PPP Habitacional”, conta o assessor. “Agora, levamos nossa expertise para esta importante obra, que é a Linha 6 do metrô da capital paulista, ao mesmo tempo que assimilamos novos conhecimentos para expandir nossa presença neste estado, que é um verdadeiro celeiro de obras estruturantes”, conclui.
Além de comprovar sua capacidade técnica, a Engemat teve suas práticas ESG (Ambiental, Social e Governança) avaliadas para participar das obras do metrô de São Paulo. “Se as licitações públicas no Brasil focam principalmente no preço e nos prazos, as licitações privadas vão muito além”, diz Theodomiro. “Os grandes players da construção pesada internacional querem saber como é a relação das contratadas com seus funcionários, com a responsabilidade social, com os projetos de preservação ambiental, o compliance, os normativos e práticas de segurança do trabalho”, conclui.
Em resposta a essas demandas, a Engemat apresentou uma série de iniciativas, como padronização de alojamentos, programas de segurança diários em canteiros, suporte a trabalhadores acidentados e políticas de transparência, incluindo um canal de denúncias interno. A empresa também destacou projetos educativos e ambientais, reforçando seu alinhamento com os princípios de desenvolvimento sustentável. “Há cerca de três anos, a Engemat estruturou o Núcleo de Qualidade e Segurança e Saúde do Trabalho e foi este grupo multidisciplinar que apresentou todo o investimento realizado na área de ESG aos auditores da Bureau Veritas, responsáveis por credenciar a empresa para as obras no metrô”, relata Fernando Theodomiro.
A participação em uma grande obra em São Paulo marca um novo patamar na trajetória da Engemat, fortalecendo sua presença no mercado nacional de infraestrutura. “São Paulo é responsável por importante parcela do PIB brasileiro e, justamente por isso, investe solidamente em obras estruturantes onde a construção pesada tem importante papel e espaço para atuar”, afirma o assessor. “Era natural que, além de mercados como Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe e Alagoas, a Engemat desembarcasse também em solo paulista para contribuir com o crescimento do Estado e do Município de São Paulo”, conclui Theodomiro.
Uma equipe de até 150 trabalhadores da Engemat atuará na construção de quatro VSEs (Poços de Ventilação e Saída de Emergência) em um trecho específico da Linha 6 do metrô de São Paulo. “Esses poços são estruturas importantes para garantir a segurança e a ventilação dos túneis, permitindo que as pessoas saiam em caso de emergência e assegurando a troca de ar dentro do metrô”, explicou Nivaldo Lira Castro, gestor regional da Engemat para São Paulo e Mato Grosso. No total, a linha 6 do metrô, que conectará o bairro da Brasilândia com a já existente Estação São Joaquim, terá 18 VSEs, dos quais quatro terão a assinatura da Engemat. A obra deverá ser concluída em 10 meses.