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9 de fevereiro de 2026 15:48

Projeto mira trem de alta velocidade na Bahia

Projeto mira trem de alta velocidade na Bahia

Executivo vê potencial da Bahia como o maior hub logístico do Brasil, por meio do desenvolvimento de ferrovias como vetor de integração regional, econômica e logística
Foto: Divulgação

Durante o 2º Fórum Baiano de Concessões e PPPs, realizado na ConstruNordeste 2025, em Salvador, o engenheiro civil Danilo Ferreira falou sobre o projeto do Trem Intercidades (TIC) Salvador – Feira de Santana, que prevê uma ferrovia de alta velocidade com 98 km de extensão e capacidade para tráfego de passageiros e cargas. A iniciativa é liderada pela TIC Bahia, que propõe unir expertise em engenharia ferroviária e visão empresarial, com o objetivo de modernizar a infraestrutura de transporte e impulsionar a competitividade nacional. “Estamos criando um ambiente multidisciplinar, com sistemas e espaço de negócios imobiliários, onde o Estado faz a concessão, com capital 100% privado, no qual é possível operar, ter lucro, oferecer um serviço novo e de qualidade”, explicou o diretor técnico da TIC Bahia.

Durante sua participação, o executivo chamou a atenção para o potencial da Bahia como o maior hub logístico do Brasil, por meio do desenvolvimento de ferrovias como vetor de integração regional, econômica e logística. “Construir essa solução capaz de ligar o Sudeste à Transnordestina será um grande salto para o Nordeste se transformar, agregar valor e distribuir renda e riquezas. Não adianta manter uma ferrovia com tantas deficiências ao invés de inovar em novas soluções e projetos para que a Bahia seja esse hub de logística para auxiliar o desenvolvimento da região. A ferrovia é um grande polo de desenvolvimento de negócios e a cada dia que passa a gente descobre outros negócios que se integram ao desenvolvimento do setor”, destacou Danilo Ferreira.

Com investimento estimado em R$ 7 bilhões, o projeto TIC Salvador – Feira de Santana está em análise na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) para autorização da operação. Segundo o executivo, o modelo de negócio é gerido de forma que se torne fonte de receita para as operações ferroviárias, mas que seja um ambiente de negócios para desenvolvimento de vários setores. “Temos buscado consensos para financiar projetos robustos e ousados que sejam capazes de captar novas formas de financiamento. O projeto ficou maior do que imaginávamos e agrega áreas de mineração, agronegócios, combustíveis, portos etc. Tudo começa na ferrovia, que é um elo de ligação para todos, mas é um projeto estruturante e importante dentro de uma infraestrutura que vai ser colocada a serviço do Nordeste, do país. Faremos a melhor ferrovia do Brasil”, concluiu o executivo.

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