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21 de fevereiro de 2024 18:08

Alagoas lidera saldo relativo de novos empregos no Brasil

Alagoas lidera saldo relativo de novos empregos no Brasil

Três estados do Nordeste lideraram o balanço de novas vagas de trabalho criadas em setembro deste ano, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e da Previdência nesta semana. Alagoas, Sergipe e Pernambuco apresentaram os melhores resultados relativos – considerando o número de empregos gerados com carteira assinada na proporção de sua população. Os números fazem parte do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a partir do qual o governo gera as Estatísticas Mensais do Emprego Formal.

Embora Pernambuco tenha respondido pela maior quantidade absoluta de novos empregos (25.732), Alagoas despontou como destaque quando se faz o cálculo proporcional entre empregos e população, conforme ressaltou o governo federal. Também foi o estado com o segundo melhor resultado bruto: o estoque positivo foi de 16.885 vagas (saldo resultante do número de 25.389 contratações menos 8.504 demissões). Em segundo lugar, no cálculo relativo, Sergipe fechou o mês de setembro com um estoque de 6.097 vagas.

O Ceará ocupou a terceira posição em termos absolutos, com 13.667 novos empregados. É o sexto mês que o estado registra saldo positivo no Novo Caged. Já o Piauí somou apenas 2.838 contratos novos.

Resultado nacional

No Brasil, a geração de novos empregos desacelerou em setembro na comparação com agosto deste ano, também de acordo com as estatísticas controladas pelo governo a partir das informações do eSocial. O saldo de novas vagas com carteiras assinadas em todo o país foi de 313,9 mil, ante 368 mil no mês anterior. Houve queda também na comparação com setembro de 2020, quando registrou-se o balanço positivo de 319 mil postos.

Apesar da leve redução no ritmo de recuperação do emprego no país, o total de novos contratos no acúmulo de janeiro a setembro de 2021 já chega a 2,512 milhão – uma evidente melhora diante das baixas registradas em 2020. Neste mesmo período no ano passado, o Brasil acumulava um déficit de 558,6 mil vagas de trabalho, sob o impacto principalmente de 1,2 milhão de pessoas nos piores meses da pandemia (março a maio).

A proximidade do fim de ano, quando diferentes segmentos se prepararam para aumento de vendas, explica a retomada de abertura de mais empregos principalmente no segundo semestre. O setor de serviços respondeu por 143,4 mil novas vagas em setembro, seguido pela indústria (76,2 mil) e pelo comércio (60,8 mil). Construção e agricultura contribuíram, respectivamente, com 24,5 mil e 9 mil contratos novos.

 

Informações completas sobre emprego em setembro de 2021 podem ser encontradas em http://pdet.mte.gov.br/novo-caged.

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