Jornalismo econômico para a inovação no Nordeste -
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23 de fevereiro de 2024 13:47

A riqueza da gastronomia típica do Nordeste

A riqueza da gastronomia típica do Nordeste

Produtores locais e pequenos empreendedores ganham cada vez mais destaque e incentivos econômicos
Chef Fabricio Lemos e sua mulher e sócia a chef Lisiane Arouca Foto: Divulgação

Por O Globo

O Nordeste é o terceiro polo gastronômico brasileiro e os sabores de sua terra ainda têm muito a oferecer. Sua gastronomia regional é uma cadeia de oportunidades que enaltece os pequenos produtores, valorizados e redescobertos durante o período da pandemia. Eles ganham inclusive cada vez mais espaço no cenário de reabertura econômica. “É muito comum você fazer um prato com aspargos, por exemplo, algo que foi influenciado pela gastronomia europeia. A brasileira em si tem uma riqueza de ecossistemas, biomas, muitos ingredientes, que ainda estamos descobrindo. O Nordeste tem muitos biomas ativos, com fartura de fauna e flora. O estado da Bahia é maior que a França. Então, ao meu ver, ainda temos muito a descobrir e resgatar, e com isso vamos continuar ganhando notoriedade”, aposta o chef Fabrício Lemos, dos restaurantes Origem e Ori, localizados em Salvador.

Justamente para incentivar esses pequenos produtores por todo o Brasil e a gastronomia regional, o Santander investe em iniciativas  que ajudam micro empreendedores a transformarem sonhos em realidade. É o caso do programa Prospera, que injeta R$ 170 milhões somente no setor gastronômico. “É a maior operação de microcrédito privado do país. Alcança desde a vendedora de coxinha na comunidade até um pequeno bar, que vende marmita. Esse incentivo faz uma diferença enorme para esses empreendedores. É preciso ter um olhar cuidadoso e qualificado para toda a cadeia, que vai desde o pequeno até a alta gastronomia”, analisa a vice-presidente do Santander, Patricia Audi.

E o setor gastronômico em geral tem apetite por incentivos, principalmente em tempos de retomada econômica em que a pandemia começa a ser controlada. É esperança para um dos ramos da economia mais duramente atingidos pelas medidas de restrição, em que todo auxílio é bem-vindo. “Eu diria fundamental. Há algum tempo o Santander já apoia a gastronomia. Infelizmente, por conta da pandemia, alguns dos eventos não puderam acontecer da mesma forma, mas que bom que as iniciativas também estão se reinventando”, diz Fabrício. “Espero que tenham cada vez mais incentivos, não só para ajudar os restaurantes, mas também os pequenos produtores locais, que estão sofrendo muito. O apoio aos pequenos e médios negócios é muito importante”, frisa.

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