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1 de março de 2024 18:41

Ceará fecha parceria com Banco Mundial em prol do hidrogênio verde

Ceará fecha parceria com Banco Mundial em prol do hidrogênio verde

Governo estadual vai integrar força-tarefa internacional para estruturar iniciativas de produção de hidrogênio
Estado define composição de comitê gestor do Ceará Verde. Foto: Shutterstock

Por Victor Ximenes
Para Diário do Nordeste

O Governo do Ceará vai integrar uma força-tarefa internacional do Banco Mundial com foco na estruturação do mercado de hidrogênio verde em países em desenvolvimento.

O projeto do Banco Mundial foi lançado na COP 27, que aconteceu no ano passado, no Egito, e pretende debater desde financiamentos, tecnologias e modelos de negócio até governança e economia circular.

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Este grupo de trabalho contará com o apoio de outras entidades setoriais, como o Hydrogen Council, um dos maiores grupos de empresas de energia do mundo, o Hydrogen Europe, que representa o mercado energético europeu, e o NREL, laboratório de energia renovável do Departamento de Energia dos Estados Unidos.

A Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) também integra o projeto, atuando com foco na certificação, contribuindo para a definição de critérios para a classificação do insumo como de baixo carbono.

Segundo Talita Porto, vice-presidente da CCEE, o objetivo principal é criar um ambiente no mercado global que estimule a competitividade entre países e torne o hidrogênio de baixo carbono um negócio atrativo e seguro para os investidores.

A executiva explica que o convite feito à CCEE é uma oportunidade de defender atributos que podem posicionar o Brasil como protagonista no mercado de hidrogênio e de avançar no trabalho que a Câmara já vem fazendo para estabelecer uma padronização da certificação de energia que será utilizada na fabricação do insumo.

“Uma das nossas principais defesas no âmbito internacional é o uso da energia gerada por hidrelétricas. Essa é uma das maiores vantagens do Brasil, um atributo que pode nos manter na liderança, mas ainda não há um consenso em relação a esse tipo de fonte em outros países”, afirma a executiva.

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