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19 de julho de 2024 04:56

Inflação do Nordeste foi a mais alta do país em fevereiro

Inflação do Nordeste foi a mais alta do país em fevereiro

Nordeste registra alta de preços em educação, alimentação e transporte. Passagens aéreas registram queda nos preços

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), índice responsável por medir a inflação, registrou uma elevação nacional de 0,83% em fevereiro. No Nordeste, a situação foi ainda mais evidente, com capitais como Aracaju, São Luís e Salvador liderando o aumento de preços.

Dos nove grupos de produtos e serviços monitorados, sete apresentaram aumento em fevereiro. O destaque ficou para o grupo da Educação, que registrou a maior variação (4,98%) e impacto (0,29 p.p.). Além disso, Alimentação e Bebidas (0,95% e 0,20 p.p.) e Transportes (0,72% e 0,15 p.p.) também tiveram aumentos significativos.

Inflação do Nordeste

No Nordeste, Aracaju (+1,09%), São Luís (+1,06%) e Salvador (+0,96%) lideraram as altas de preços, impulsionando o IPCA regional para 0,90%, o mais alto do país neste mês. Apenas o Sudeste se aproximou, registrando 0,89%.

Os três principais grupos que influenciaram o índice nacional – Alimentação e Bebidas, Transportes e Educação – foram os mesmos que impulsionaram o IPCA na região, representando 77,5% e 77,3% do índice, respectivamente.

O aumento nos preços de itens como arroz (+4,5%), tubérculos, raízes e legumes (+4,7%) e gasolina (+3,5%) contribuiu significativamente para a pressão inflacionária no Nordeste. Destaca-se ainda a redução nas passagens aéreas (-12,9%), atenuando parcialmente o impacto.

Em relação ao acumulado do ano, São Luís (+2,13%) lidera as altas, seguida por Belo Horizonte (+1,93%), Aracaju (+1,83%) e Fortaleza (+1,53%), enquanto Salvador registra o menor IPCA, com +1,10%.

Os grupos Alimentação e Bebidas, Saúde e Cuidados Pessoais e Educação foram os principais responsáveis pelo aumento de preços, tanto a nível nacional quanto regional, representando 80,6% do IPCA brasileiro e 82,0% do nordestino.

Nos últimos 12 meses, Habitação, Transportes e Saúde e Cuidados Pessoais foram os grupos que mais impactaram o índice nacional e regional, destacando-se os aumentos nos aluguéis e taxas (+7,2%), energia elétrica residencial (+6,0%) e produtos farmacêuticos (+7,6%).

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