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29 de fevereiro de 2024 13:27

Shoppings de Fortaleza registram alta de até 30% nas vendas e projetam mais crescimento em 2023

Shoppings de Fortaleza registram alta de até 30% nas vendas e projetam mais crescimento em 2023

Datas comemorativas, programações especiais e inaugurações estão entre as estratégias dos empreendimentos para atrair clientes
Fluxo de clientes em shoppings de Fortaleza cresceu em até 20% este ano. Foto: Divulgação

Por Redação
Para Diário do Nordeste

Seguindo a tendência nacional, os shoppings da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) têm continuado o movimento iniciado alguns anos atrás de deixarem de ser meros centros de compras para virarem locais de socialização, serviços e bem-estar.

 

O consultor e professor da faculdade CDL, Christian Avesque, elenca três fatores principais que explicam o sucesso atual dos shoppings centers. O primeiro deles é o retorno pleno das atividades após o período de isolamento provocado pelo coronavírus.

Embora os shoppings já estavam autorizados há funcionar normalmente há um período considerável, Avesque pontua que as pessoas ainda apresentam necessidade de socializar, encontrando nos empreendimentos um local muito favorável a essa prática, uma vez que o ambiente oferece segurança e hospitalidade.

“Então, as pessoas voltaram a se encontrar, a socializar, e o shopping center é um destino natural para isso, com sows, eventos, entre outros”, afirma.

O segundo motivo do bom desempenho do setor é a virada de chave do segmento, passando de meros centros comerciais a centros de entretenimento, serviços e bem-estar.

O especialista detalha que, hoje, os shoppings possuem, além dos tradicionais cinemas, teatros, mini parques, exposições de arte, eventos musicais, praças esportivas, além de serviços públicos, incluindo Receita Federal, Detrans, e outros, quanto privados – pet shops, clínicas médicas, laboratórios, academias, salões de beleza.

“Tudo isso trouxe um tráfego que não era típico do próprio shopping center”, destaca Avesque.

Por fim, o consultor ainda destaca a exploração da multicanalidade pelos empreendimentos. Um exemplo disso é a retirada nos shoppings de produtos comprados no ambiente virtual, oportunidade que acaba sendo explorada para aumentar o ticket da compra com compra de produtos de impulso, combos, bouchers, ofertas complementares.

“O shopping center não pode ser só um centro de compras, porque as compras, sobretudo de produtos mais básicos, que a gente chama de compra de utilidade, vai migrar quase 100% para o universo digital”, avalia.

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