
A Algás, referência em distribuição de gás natural em Alagoas, tem criado uma parceria importante com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL). A expectativa é que, com o estreitamento de laços entre as entidades, a empresa expanda a sua capacidade de criar iniciativas voltadas à inovação e à pesquisa e desenvolvimento tecnológico na sua área.
No mês de junho, representantes da Algás visitaram a UFAL e debateram os próximos passos da parceria. Fábio Morgado, diretor comercial da Algás e parte da comitiva que visitou a universidade, destaca que empresas e universidades juntas, é a melhor solução para resolver problemas complexos do mercado. “Pesquisa e desenvolvimento (P&D), formação de talentos e servir de centro para parques tecnológicos são as alianças que devem ser desenvolvidas entre o setor produtivo e a academia”, diz o diretor. “Esta aproximação traz novas oportunidades para ambos os lados”, conclui.
No momento, a parceria entre Algás e UFAl está focada em desenvolver soluções para a transição energética, procurando novas tecnologias que façam com que o gás natural passe a ser cada vez mais um modal energético competitivo e possa substituir combustíveis mais poluentes. “Também procuramos inovações no setor digital, além de outras áreas específicas que também estão no radar, como melhorias em técnicas de medição do gás e projetos voltados à comercialização e serviços”, conta Fábio Morgado.
O diretor da Algás também relembra que melhorias na cadeia produtiva do gás trazem mais dinamicidade para economia alagoana como um todo. “A introdução no gás natural tem o papel importante de trazer eficiência e economia para a indústria e consumidores”, afirma Fábio Morgado. “Além disso, o gás natural renovável, conhecido como o Biometano, é o combustível que possibilita a menor emissão de CO2, além da forte redução em poluentes que afetam a saúde, como o material particulado, por exemplo”, conclui.
A parceria entre Algás e UFAL é estratégica para a empresa, já que, pesquisas acadêmicas têm grande potencial de se transformarem em produtos inovadores para o mercado. “Alagoas tem como uma de suas fortalezas a produção de açúcar e álcool, mantendo uma posição de liderança na região Nordeste”, comenta o diretor. “Aproveitar este segmento, que já existe, através de pesquisas acadêmicas pode ser uma grande vantagem do estado, podendo, por exemplo, produzir o biometano através da vinhaça da cana em um futuro próximo”, conclui.
A aproximação entre a empresa e a instituição de ensino superior reforça a percepção de que a integração entre o setor produtivo e a academia é fundamental para promover a troca de conhecimentos, estimular a inovação e construir iniciativas que gerem impactos positivos e duradouros para a sociedade alagoana.