Os governos do Maranhão e de Sergipe registraram os melhores desempenhos do Nordeste no indicador de Solvência Fiscal do Ranking de Competitividade dos Estados 2025. Sergipe ocupa a primeira colocação regional, seguido pelo Maranhão, que aparece em segundo lugar. O indicador integra o pilar Solidez Fiscal e mede a relação entre a dívida consolidada líquida e a receita corrente líquida — quanto menor o índice, maior a capacidade de pagamento no longo prazo.
O Maranhão avançou quatro posições no indicador em relação ao ano anterior, movimento que contribuiu para um salto de 18 colocações no pilar Solidez Fiscal entre 2024 e 2025. No cenário nacional, o estado aparece na 7ª posição, atrás de unidades como o Espírito Santo e à frente de estados como o Rio de Janeiro.
De acordo com o secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Vinicius Ferro, o resultado reflete a política de responsabilidade fiscal adotada pelo governo estadual. Segundo ele, o desempenho demonstra fortalecimento da capacidade de pagamento no longo prazo e maior equilíbrio entre receitas e despesas, fatores que ampliam a segurança para investimentos e expansão de políticas públicas.
O Maranhão também se destacou no indicador de Poupança Corrente, alcançando o 2º lugar no ranking nacional. O índice mede a capacidade do estado de gerar recursos a partir das receitas correntes após o pagamento das despesas correntes, ampliando a margem para investimentos.
Os resultados combinados em Solvência Fiscal e Poupança Corrente reforçam a posição do Maranhão entre os estados com melhor desempenho fiscal no país, consolidando condições para sustentar investimentos e políticas públicas de longo prazo.
