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9 de junho de 2026 17:17

Programa de Aprendizagem da Usina Caeté completa 16 anos

Programa de Aprendizagem da Usina Caeté completa 16 anos

Iniciativa se viabiliza, ainda, como uma importante ferramenta de captação de talentos para a empresa
Foto: Divulgação/Senai

A Usina Caeté, referência no setor açucareiro alagoano, consolidou ao longo de 16 anos de trabalho um sólido Programa de Aprendizagem que já impactou mais de 630 jovens, muitos desses foram efetivados e continuam trabalhando nas operações da empresa. A iniciativa, implementada em cumprimento à Lei nº 10.097/2000, vem sendo mantida em parceria com o Senai Alagoas.

Marta Luciana Sampaio, Gerente de Gestão de Pessoas da Usina Caeté, conta que o programa começou em maio de 2010, no município de São Miguel dos Campos, onde está localizada uma das unidades da empresa. “A partir da parceria com o Senai de São Miguel dos Campos, que tinha sido inaugurado naquele mesmo ano, foram formadas as primeiras turmas de aprendizagem, contemplando áreas como Caldeiraria, Eletromecânica, entre outras formações”, relembra a gerente. “Desde o início, o objetivo foi abrir oportunidades para que jovens da região tivessem acesso à qualificação profissional e à primeira experiência no ambiente de trabalho”, conclui.

Além de impactar positivamente a vida de jovens das comunidades onde a Usina Caeté tem unidades, promovendo a qualidade de vida na região, o Programa de Aprendizagem também é uma importante ferramenta de captação de talentos para a empresa. “Embora seja uma iniciativa prevista em lei, a empresa vê esse processo como uma oportunidade concreta de formar, acompanhar e identificar jovens com potencial para crescer dentro da organização”, explica Marta. “Muitos aprendizes chegam sem experiência profissional, mas, ao longo do curso, passam a conhecer os processos, os valores e a rotina da empresa. Esse contato permite que a Usina Caeté acompanhe de perto o desenvolvimento de cada jovem e forme um banco de talentos com aqueles que se destacam durante a aprendizagem”, diz a gerente.

À medida que surgem oportunidades, a empresa busca aproveitar esses profissionais em suas equipes, trazendo um profissional que já conhece os processos da empresa e está alinhado com a sua cultura. “Ao longo dos anos, aproximadamente 250 aprendizes já foram efetivados na organização, demonstrando que o programa também contribui diretamente para a renovação, o fortalecimento das equipes e a formação de talentos alinhados à realidade da empresa”, afirma Marta Sampaio. “Esse acompanhamento desde o início fortalece o senso de pertencimento, o engajamento e a compreensão sobre o papel de cada colaborador dentro da empresa. O aprendiz passa a vivenciar, na prática, temas importantes como trabalho em equipe, segurança, responsabilidade, sustentabilidade, integridade e respeito aos processos”, conclui.

O programa oferece diversos cursos técnicos e de qualificação profissional em áreas estratégicas para o setor sucroenergético. A duração dos cursos é de, em média, dois anos, onde o jovem passa por aulas teóricas em sala de aula e vive de perto o dia a dia prático das Unidades da Usina Caeté. “Na primeira etapa, os aprendizes passam pela formação teórica, em sala de aula, onde estudam conceitos, participam de projetos e desenvolvem conhecimentos técnicos e comportamentais”, relata a gerente. “Depois, eles seguem para a vivência prática nas diversas áreas da empresa, sempre acompanhados por profissionais. Esse cotidiano permite que os jovens conheçam a rotina da organização, compreendam a importância de cada processo e se preparem melhor para os desafios do mercado de trabalho”, conclui

Os jovens atendidos residem em municípios alagoanos como São Miguel dos Campos, Igreja Nova e Penedo, além de cidades do interior paulista onde o Grupo Caeté também atua, como Paulicéia, Panorama e Santa Mercedes. A abrangência geográfica do programa reflete o compromisso da empresa com o desenvolvimento das regiões onde está inserida, indo além da obrigação legal ao investir na formação de mão de obra local.

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